Fazer uma casinha no alto do morro
é tudo o que eu pedi pra Jah
Sair dessa cidade soltar o meu cachorro
Fugir da Babilônia
Aqui eu sou marajá
A natureza é minha luxúria,
Viver de frente pro mar,
Sei que DEUS me ajudará
Fazer uma casinha no alto do morro
é tudo o que eu pedi pra Jah
Sair dessa cidade soltar o meu cachorro
Fugir da Babilônia
E quando a noite chegar,
Brisa do oeste soprar,
Sinto a esperança no ar,
Maré cheia ajudará
A felicidade se encontra
Nas coisas mais simples da terra,
Às vezes a paz de um sorriso
Pode desarmar uma guerra
Aqui to mais perto de DEUS,
Curtindo meu filho brincar,
Cidade vou dizer adeus,
Não sei se eu vou voltar.
Fazer uma casinha no alto do morro
é tudo o que eu pedi pra Jah
Sair dessa cidade soltar o meu cachorro
Fugir da Babilônia
(Armandinho)
domingo, 8 de abril de 2007
Barra do Sahy (SP)
sexta-feira, 6 de abril de 2007
Viernes 30: Rio, praia ou casa?
Passei o dia na maior indecisão, vontade de ir para o Rio, ver a Gi, saudades tb do meu amigo Paulo, mas ao mesmo tempo, angústia´para resolver pendências e documentos para asumir novo cargo... vontade de ir pra praia com o Fábio, primeira hipótese: Ubatuba...chegando em casa, vontade de ficar na minha cama e nada mais.
Sábado, preparei o mate, a mochila e partimos para a praia! Oba! Ainda não conhecia nada do litoral paulista. Fomos primeiro para Barra do Sahy (praia linda, espetacular, marzão calmo e quentinho em plena noite, lua cheia, uma maravilha!) Curti muito! Conheci alguns amigos do Fa muito legais mesmo. Depois de um churras seguimos para Maresias. Domingão passei o dia todo na praia. Açaí + açaí! Delícia. Maresias tb é linda! Muito surf, outra onda, diferente da Barra, mas um mar limpo, que não dá vontade de sair da água. Foi o melhor finde desde que vim para SP, sem dúvida. A estrada que vai para o litoral tb é show de bola. Túneis, muitos túneis, morros, verde, como é bom pegar aa estrada! Voltamos na segunda pela manhã. As coisas desandaram a partir daí. Terça de muito trabalho e depois tomei o rumo do sul.
Sábado, preparei o mate, a mochila e partimos para a praia! Oba! Ainda não conhecia nada do litoral paulista. Fomos primeiro para Barra do Sahy (praia linda, espetacular, marzão calmo e quentinho em plena noite, lua cheia, uma maravilha!) Curti muito! Conheci alguns amigos do Fa muito legais mesmo. Depois de um churras seguimos para Maresias. Domingão passei o dia todo na praia. Açaí + açaí! Delícia. Maresias tb é linda! Muito surf, outra onda, diferente da Barra, mas um mar limpo, que não dá vontade de sair da água. Foi o melhor finde desde que vim para SP, sem dúvida. A estrada que vai para o litoral tb é show de bola. Túneis, muitos túneis, morros, verde, como é bom pegar aa estrada! Voltamos na segunda pela manhã. As coisas desandaram a partir daí. Terça de muito trabalho e depois tomei o rumo do sul.
sexta-feira, 30 de março de 2007
História do pontinho preto
Sabe aquele velha historinha de um pontinho preto no meio de uma grande parede branca?

Outro dia estava deitada, pensando na vida, olhando para o teto, quando fiz essa foto porque recordei naquele momento essa história que ouvi há muito tempo atrás.
Se eu perguntasse o que você vê na foto, provavelmente você responderia um ponto preto, um buraco no teto, algo parecido. Pois é, é assim que geralmente costumamos ver as coisas. E tambem é assim que vemos, marcamos, as pessoas. A parede pode ser 98% branca, mas o que vemos é o ponto preto. As pessoas podem haver tido muitos gestos bondadosos conosco, podem haver sido grandes amigas, mas quando elas fazem algo que nos desagrada, o que vemos é somente isso, esse fato que marca. E esquecemos de todo o branco, de todo o demais que vivenciamos com essa pessoa. A história é muito simples, é só uma maneira de refletir sobre quando realmente não conseguimos enxergar além desse pequeno ponto. Precisamos ver o todo!
Outro dia estava deitada, pensando na vida, olhando para o teto, quando fiz essa foto porque recordei naquele momento essa história que ouvi há muito tempo atrás.
Se eu perguntasse o que você vê na foto, provavelmente você responderia um ponto preto, um buraco no teto, algo parecido. Pois é, é assim que geralmente costumamos ver as coisas. E tambem é assim que vemos, marcamos, as pessoas. A parede pode ser 98% branca, mas o que vemos é o ponto preto. As pessoas podem haver tido muitos gestos bondadosos conosco, podem haver sido grandes amigas, mas quando elas fazem algo que nos desagrada, o que vemos é somente isso, esse fato que marca. E esquecemos de todo o branco, de todo o demais que vivenciamos com essa pessoa. A história é muito simples, é só uma maneira de refletir sobre quando realmente não conseguimos enxergar além desse pequeno ponto. Precisamos ver o todo!
Deisy, de Brecheret
quarta-feira, 28 de março de 2007
Después del trabajo, que venga el CHAMPANHE!
Ayer después de un día largo de trabajo, tuvimos un evento regado a mucho champanhe! YEAH! Inauguración de una exposición muy linda de obras del movimineto Modernista en el Palácio dos Bandeirantes, con dos obras espectaculares de Tarsila: Auto-retrato y Retrato de Mário de Andrade, ambas del acervo del palácio. Por fin, convenci a Lu que se quedar ahasta las 20 hs conmigo para asistir la inauguración on la presencia de nuestro Gobernador. Mucho champanhe, me puse re pilas y después del evento me fui a casa a bailar! Después vino Fábio, ibamos a salir, pero nos quedamos con la buena música en casa!! Que lindo día!
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