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sábado, 23 de junho de 2007

Não sou uma só: diário de uma bipolar

Hoje recebi o Livraria Cultura News por email, que vem com uma série de resenhas de bons livros. Uma delas era sobre o livro de Marina W., que eu já li e é muito interessante. A resenha que segue descreve mto bem o texto do livro e questões que atualmente afetam mtas pessoas.

"Imagine-se vivendo numa constante montanha-russa emocional. Num momento, experimentar intensamente a alegria, a euforia e a excitação, sentindo-se invencível, expansivo, cheio de idéias e projetos. E de repente, sem aviso nem explicação, cair numa depressão profunda, marcada por ausência total de auto-estima, desânimo, dificuldade de concentração e falta de memória, passando a conviver com pensamentos negativos.

O quadro descreve a dura realidade dos portadores do transtorno afetivo-bipolar, exposta no corajoso relato da jornalista Maria Adriana Rezende, ou Marina W., seu pseudônimo. Em Não sou uma só: diário de uma bipolar, ela revela as dificuldades familiares e profissionais decorrentes do problema. Conta que, durante muito tempo, sua vida foi comandada por dois pólos nítidos, com a depressão tendo um espaço muito mais acentuado do que a euforia.

Denominada até pouco tempo psicose maníaco-depressiva, a doença se caracteriza pela alternância de estados de humor. Primeiro, a fase maníaca, sinalizada pela hiperatividade; depois, a depressão, em que predominam a ansiedade e a tristeza. O diagnóstico é complexo: para ser bipolar, o indivíduo precisa apresentar os dois sintomas antagônicos, intercalados também por períodos de normalidade. Marina W. conta que só recebeu a notícia de que era portadora da patologia após a adolescência, como acontece na maioria dos casos.

A dificuldade de detectar a bipolaridade e adequar os medicamentos são os pontos mais debatidos pela autora, que inclui, em tópicos à parte, comentários de psiquiatras. “A dor não passa nunca, os remédios demoram semanas para surtir efeito”, desabafa. “Durante as depressões, me sentia em estado permanente de espera – de que alguma coisa acontecesse e me puxasse daquela indiferença profunda”.

De forma leve, cativante e com surpreendente bom-humor, ela narra episódios desencadeados pelo problema, como os apuros para administrar um negócio próprio e a viagem que fez aos EUA, quando morou por meses com desconhecidos, sem dinheiro nenhum. “Neste estado você confia em todas as pessoas, mesmo as que nunca viu antes. A falta de medo afasta o perigo. Todas as pessoas são bacanas, todas as gramas são verdes”.

A jornalista relata também entrevistas que efetuou com outros portadores da doença. As confidências não só acrescentam informações sobre o que sente e pensa o bipolar, mas confirmam que o transtorno afeta um grande número de pessoas e é pouco compreendido pela sociedade. “Não é pouca gente que sofre em silêncio. Não são poucos os que sofrem sem saber o que têm. Hoje enxergo o quanto ainda estamos presos a conceitos antigos”.

Como bem observou o jornalista Pedro Bial, Não sou uma só: diário de uma bipolar ajudará muita gente a se libertar de suas prisões solitárias, de sua agonia inconfessa. “O preconceito, o obscurantismo e a ignorância começam a perder terreno para a luz e a tolerância. Graças a livros como este, que aborda de maneira honesta e acessível a questão do padecer psíquico, da tortura emocional”. O depoimento de Marina W. confirma o quão importante é receber apoio e carinho em momentos difíceis como esses. “Espero nunca mais ter que me esconder debaixo de um cobertor. Sou a soma de tudo o que senti”."

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Un sábado raro...

El sábado quedé en el silencio. Cuando menos esperaba mensaje de Takó, estaba en SP, rarísimo. Nos hablamos y salimos a la noche. Fue una sorpresa, no pensaba que él estaba en la ciudad, tampoco él imaginaba encontrarme. Creo que eso nos dejó más felices! Qué bueno! Fuimos a cenar comida japonesa, hace mucho que tenía ganas! Una noche linda, tranquila, me sentí mucho mejor con mis decisiones y todo. Y muy feliz con Takó otra vez! Que loca es la vida, va y viene...
La semana empezó y con el pasar de los días me puse más triste...extrañaba la gente que ya no estaba cerca...hablé con Sebas, todo había quedado tan mal...ahora estamos lejos otra vez, es todo muy raro. Como haber cerrado una etapa y de hecho es así. Tenía que ser en algún momento. Quizás no haya nada qué hacer, sólo dejar que pase el tiempo y que los dolore se vayan y los sentimientos se aquieten.

domingo, 3 de junho de 2007

Salve Salvador!

Surpresa total. Na quinta-feira 30 de maio, minha chefe desiste de ir à Salvador e fico encarregada de ir no lugar dela. Correria geral. Compra passagem, etc e tal. Vôo na noite de quinta aind, mas com os atrasos em Guarulhos, meu vôo saía 20h00 e cheguei 5 da manhã em Salvador. As reuniões, do II Encontro do Cooperação Descentralizada e Federativa Franco-Brasileira, começavam às 9AM. WOW! Correria novamente. O dia foi mto proveitoso, os debates, as pessoas que conheci de diferntes cidades, o comitê francês que estava presente, enfim. Muitas anotações e provavelmente grande relatório na segunda-feira.
Quando chegou a noite, o cansaço, mas eu não aguentava a curiosidade pra conhecer o Pelourinho, e lá fui eu!

Tanto tiempo ha pasado...

Creo que pasaron unos quince días desde que escribí la última vez en mi blog...que loco, pasó todo muy rápido y al mismo tiempo pasaron tantas cosas lindas!!! Primero llegaron mis primocas, fue una semana absolutamente divertida con ellas, me encariñé más aún, no quisiera más que se fueron....bueno, pero ellas no cedieron a mis apelos dramáticos y volvieron a sus casitas...en la misma semana en mi trabajo fue una locura, con la tan esperada visita del Profesor Antanas Mockus, de Bogotá. Todo un lujo poder escucharlo más de una vez y haberlo conocido personalmente, he apreendido mucho y quedé con mucho contenido para reflexionar... no ahy que olvidar a Henry, asesor de Mockus, todo un personaje, que también me ha enseñado mucho, cambiamos ideas, y nos divertimos... cerramos con una super noche con concierto en la sala Sao paulo y cena en Figueira! Espectacular! Una tarde en Liberdade con las chicas, casi enloqueci! Es sin dudas el barrio de la gente más linda de SP...jejejeje y una semana más de trabajo para poner la casa en orden con sorpresa de último momento, una viaje a Salvador, la ciudad del sol, en esta semana. Llegué ayer de vuelta a mi casita... por fin. Con ganas de escribir. Se viene una lluvia de posts y fotos de los últimos días!

segunda-feira, 23 de abril de 2007

A diferença entre ficar sozinha e ficar comigo mesma

Como é difícil diferenciar estas duas situações: há momentos em que sinto uma solidão imensa e outros nos quais necessito silêncio. Quando surge a necessidade do recolhimento, do silêncio, a vontade de ficar só olhando o mar, por exemplo, ou contemplando as mudanças de cores do céu no final do dia, tudo isso quer dizer que estou precisando ficar comigo mesma, mas como é difícil fazer a cabeça parar de pensar, parar de repassar mil coisas... gosto de deitar, colocar um boa música e ficar ouvindo por horas e horas, mas nem sempre o pensamento consegue a paz, muitas vezes a própria música leva ele por um caminho ou outro, e lá vem outra vez a dificuldade de desligar um pouquinho o botão e dar tempo...tempo para não pensar, para relaxar, para estar comigo mesma. Encontrar essa quietude interior acho que deve ser uma questão de disciplina, de persistência. Sentir-se só é bem diferente. No meu caso, acho que é mais doloroso também. Quando me sinto só, posso ler um livro, ver um filme, telefonar para algum amigo, mas parece que nada disso preenche o vazio. Há um vazio maior que a solidão. Não sei de onde vem, nem se ele vai desaparecer algum dia. Isso me dá tristeza. Descubrir que estou comigo mesma, me faz muito mais feliz. O xis da questão é saber, aprender, entender e perceber em qual das curvas do caminho devo dar a volta para encontrar comigo mesma e não com a solidão.

domingo, 8 de abril de 2007

O dia em que aprendi o que é ser EMO, ops, melhor não classificar...

by Michi e Alex
Bem que eles tentaram explicar, mas ficou difícil entender sem ver os vídeos...


Veja a charge no link:
http://charges.uol.com.br/2006/09/25/especial-clipe-eu-sou-emo/


"Emo (abreviação de inglês Emocore) é um gênero de música derivado do Hardcore. O termo foi originalmente dado às bandas do cenário punk de Washington, DC que compunham num lirismo mais emotivo que o normal...
Hoje em dia o termo "emo" continua ambíguo. Com o sucesso de bandas como Fall Out Boy e Simple Plan, a "corrente principal" ficou interessada no gênero rotulando bandas de indie-rock como "emo"...
Na cultura alternativa diz-se que alguém é ou está emo quando demonstra muita sensibilidade.
No Brasil, o gênero se estabeleceu sob forte influência norte-americana em meados de 2003, na cidade de São Paulo, espalhando-se para outras capitais do Sul e do Sudeste, e influenciou também uma moda de adolescentes caracterizada não somente pela música, mas também pelo comportamento geralmente emotivo e tolerante, e também pelo visual, que consiste em geral em trajes pretos e franjas do cabelo caídas sobre os olhos."
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.