Tengo unas ganas locas, unas ganas locas, unas ganas locas....de irme a Buenos Aires!
Esa primer parte de la frase es la que cantan los artistas del Parque de la Costa, pero que dice algo así como: tengo unas ganas loca de cantar y de vivir. Y más que una vez me hicieron cantar y bailar con ese tema allá en el parque, sí, eso mismo. Ellos me generaban esas ganas locas de acompañarlos a punto de repudiar la gente que no lo hacía y se quedaba sentada.
Volviendo al tema de este post,Buenos Aires me dió nostalgia toda la semana. Ganas de ir allá, ganas de volver a vivir allá, ganas de ver algunas personas, todo emocional, lo sé. Pero digamos que fue una semana sobre la cual yo podría escribir un tango, sin faltar buenos lamentos.
quinta-feira, 1 de março de 2007
Meditação, de Tom Jobim
Quem me conhece bem, provavelmente sabe que essa é uma das minhas canções preferidas:
"Quem acreditou
No amor, no sorriso, na flor
Então sonhou, sonhou...
E perdeu a paz
O amor, o sorriso e a flor
Se transformam depressa demais..."
Volta e meia volto a cantarolar essses versos com mais intensidade, depende de como vai navegando meu barquinho. Alguns dias o mar está tranquilo, vc vê a água limpa, morna, e se arrisca num mergulho, fica mal acostumado, no dia seguinte o mar pode estar bravo, gelado, ou chover dias sem parar. Depois ele volta a ficar tranmquilo. São ciclos que parecem ser aplicáveis a tudo na vida, como se nada durasse para sempre, ou como se tudo que é bom termina em dor. Dor de perda, de saudade, de amor, de injustiças, enfim... A lição é sempre a mesma, tudo vai passar, o tempo ajuda, a vontade interior ainda mais, e algum dia quando menos se espera você já etsá dentro do mar outra vez.
"Quem acreditou
No amor, no sorriso, na flor
Então sonhou, sonhou...
E perdeu a paz
O amor, o sorriso e a flor
Se transformam depressa demais..."
Volta e meia volto a cantarolar essses versos com mais intensidade, depende de como vai navegando meu barquinho. Alguns dias o mar está tranquilo, vc vê a água limpa, morna, e se arrisca num mergulho, fica mal acostumado, no dia seguinte o mar pode estar bravo, gelado, ou chover dias sem parar. Depois ele volta a ficar tranmquilo. São ciclos que parecem ser aplicáveis a tudo na vida, como se nada durasse para sempre, ou como se tudo que é bom termina em dor. Dor de perda, de saudade, de amor, de injustiças, enfim... A lição é sempre a mesma, tudo vai passar, o tempo ajuda, a vontade interior ainda mais, e algum dia quando menos se espera você já etsá dentro do mar outra vez.
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