Passei o dia na maior indecisão, vontade de ir para o Rio, ver a Gi, saudades tb do meu amigo Paulo, mas ao mesmo tempo, angústia´para resolver pendências e documentos para asumir novo cargo... vontade de ir pra praia com o Fábio, primeira hipótese: Ubatuba...chegando em casa, vontade de ficar na minha cama e nada mais.
Sábado, preparei o mate, a mochila e partimos para a praia! Oba! Ainda não conhecia nada do litoral paulista. Fomos primeiro para Barra do Sahy (praia linda, espetacular, marzão calmo e quentinho em plena noite, lua cheia, uma maravilha!) Curti muito! Conheci alguns amigos do Fa muito legais mesmo. Depois de um churras seguimos para Maresias. Domingão passei o dia todo na praia. Açaí + açaí! Delícia. Maresias tb é linda! Muito surf, outra onda, diferente da Barra, mas um mar limpo, que não dá vontade de sair da água. Foi o melhor finde desde que vim para SP, sem dúvida. A estrada que vai para o litoral tb é show de bola. Túneis, muitos túneis, morros, verde, como é bom pegar aa estrada! Voltamos na segunda pela manhã. As coisas desandaram a partir daí. Terça de muito trabalho e depois tomei o rumo do sul.
sexta-feira, 6 de abril de 2007
sexta-feira, 30 de março de 2007
História do pontinho preto
Sabe aquele velha historinha de um pontinho preto no meio de uma grande parede branca?

Outro dia estava deitada, pensando na vida, olhando para o teto, quando fiz essa foto porque recordei naquele momento essa história que ouvi há muito tempo atrás.
Se eu perguntasse o que você vê na foto, provavelmente você responderia um ponto preto, um buraco no teto, algo parecido. Pois é, é assim que geralmente costumamos ver as coisas. E tambem é assim que vemos, marcamos, as pessoas. A parede pode ser 98% branca, mas o que vemos é o ponto preto. As pessoas podem haver tido muitos gestos bondadosos conosco, podem haver sido grandes amigas, mas quando elas fazem algo que nos desagrada, o que vemos é somente isso, esse fato que marca. E esquecemos de todo o branco, de todo o demais que vivenciamos com essa pessoa. A história é muito simples, é só uma maneira de refletir sobre quando realmente não conseguimos enxergar além desse pequeno ponto. Precisamos ver o todo!
Outro dia estava deitada, pensando na vida, olhando para o teto, quando fiz essa foto porque recordei naquele momento essa história que ouvi há muito tempo atrás.
Se eu perguntasse o que você vê na foto, provavelmente você responderia um ponto preto, um buraco no teto, algo parecido. Pois é, é assim que geralmente costumamos ver as coisas. E tambem é assim que vemos, marcamos, as pessoas. A parede pode ser 98% branca, mas o que vemos é o ponto preto. As pessoas podem haver tido muitos gestos bondadosos conosco, podem haver sido grandes amigas, mas quando elas fazem algo que nos desagrada, o que vemos é somente isso, esse fato que marca. E esquecemos de todo o branco, de todo o demais que vivenciamos com essa pessoa. A história é muito simples, é só uma maneira de refletir sobre quando realmente não conseguimos enxergar além desse pequeno ponto. Precisamos ver o todo!
Deisy, de Brecheret
quarta-feira, 28 de março de 2007
Después del trabajo, que venga el CHAMPANHE!
Ayer después de un día largo de trabajo, tuvimos un evento regado a mucho champanhe! YEAH! Inauguración de una exposición muy linda de obras del movimineto Modernista en el Palácio dos Bandeirantes, con dos obras espectaculares de Tarsila: Auto-retrato y Retrato de Mário de Andrade, ambas del acervo del palácio. Por fin, convenci a Lu que se quedar ahasta las 20 hs conmigo para asistir la inauguración on la presencia de nuestro Gobernador. Mucho champanhe, me puse re pilas y después del evento me fui a casa a bailar! Después vino Fábio, ibamos a salir, pero nos quedamos con la buena música en casa!! Que lindo día!
terça-feira, 27 de março de 2007
O que será que será???
Dias de muitas incertezas, hora de pensar e repensar o que é prioridade, o que vale a pena, o que é suportável, e até onde vale a pena ir em busca de nossos objetivos. É como ter que armar uma grande planilha e distribuir qm cada quadradinho o lugar que cada coisa pode, deve ou precisa ter nesse momento. Onde fica o lugar da auto-estima, do orgulho, das necessidades de sobrevivência. Onde se encaixam a satisfação pelo trabalho, a saúde, o estresse, o salário, o afeto da família, a ausência dos amigos que estão longe, que peso tem cada detallhe num momento de decidir mudar de cidade, de emprego, de vida?
Jaipur, INDIA

Hawa Mahal (Palácio dos Ventos)
Uma das principais atrações da Pink City (Jaipur). O palácio tem essa fachada toda trabalhada e foi construído em 1799 para permitir que as mulheres da corte pudessem observar o movimento das ruas sem serem vistas.
A cidade de Jaipur, capital e maior cidade do Rajastão, com mais de 2 milhões de habitantes, originalmente amarela, foi toda pintada de rosa, a cor da hospitalidade segundo a tradição local, por ocasião da vinda do príncipe Albert da Inglaterra, marido da rainha Vitória que lá passou em 1876.
segunda-feira, 26 de março de 2007
Paciência
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora vou na valsa
A vida é tão rara
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
Será que é tempo que me falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
(Lenine e Dudu Falcão)
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora vou na valsa
A vida é tão rara
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
Será que é tempo que me falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
(Lenine e Dudu Falcão)
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