O trabalho é o meio pelo qual as pessoas se realizam? Pelo qual elas sobrevivem? Pelo qual elas conseguem obter recursos para realizar sua prioridades? Ou o trabalho é a prioridade? Será que em cada etapa da vida ele ocupa um lugar diferente em nossas vidas? E os workaholics, têm solução? Será que Freud explica? Preciso investigar...
Não sei, mas o trabalho nos últimos tempos acabou se tornando um condutor, de certa forma, dos caminhos escolhidos na minha vida. Sempre para melhor. Sou mais feliz hoje, que há um mês atrás e, muito mais, que há um ano atrás. Vir morar em São Paulo em julho do ano passado foi uma decisão difícil, mas em função de uma proposta de trabalho tudo ficou melhor. A partir daí a vida mudou muito. O trabalho me deu ânimo para levar adiante outros planos, para pensar que ainda dava tempo de recomeçar tudo novo de novo...
Eu adoro meu trabalho, gosto do que faço, me realizo, sempre aparece mil e uma idéias de coisas novas, algumas possíveis, outras nem tanto, mas tudo faz parte, é uma satisfação muito importante. Acho que isso tem sido o principal motivo que me faz estar aqui nessa cidade imensa, que às vezes dá medo por sua grandiosidade e outras vezes me dá aquele gosto maravilhoso de urbanidade, de viver numa grande cidade (todo mundo que me conhece um pouco sabe que sou um ser totalmente urbano).
Bom, tenho que trabalhar, essa reflexão continuará mais adiante...
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
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2 comentários:
Comparto contigo algunas reflexiones al respeto, por Zygmunt Bauman:
"The vision of perfection may be a eulogy of stillness, but the job of that vision is to pull and push us away from what is, to bar us from standing still... Stillness is what graveyards are about - and yet, paradoxically, it is the dream of stillness that keeps us alive and the living busy."
(hace pensar en Amanhã, de Caetano Veloso)
...y mas:
"Culture, the great human invention (perhaps the greatest of them all; a meta-invention, an invention setting inventiveness in motion and making all other inventions possible), is a contraption to render the human kind of living, the kind of living that entails knowledge of mortality, bearable -in defiance of logic and reason. (...) But culture does more than that: it manages somehow to recast the horror of death into a moving force of life". It kneads the meaningfulness of life out of death's absurdity. Society everywhere is a living myth of the significance of human life, a defiant creation of meaning.".
...Dentro de todo, el trabajar tambien proporciona sentido a la vida, si nos brinda reconocimiento y satisfaccion.
Me alegra mucho que estes cada vez mas feliz y a gusto en tu nuevo entorno, en el nuevo camino que has emprendido...
"Amanhã ... será a estrada que surge
P’ra se trilhar"!
George
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