quinta-feira, 1 de março de 2007

Meditação, de Tom Jobim

Quem me conhece bem, provavelmente sabe que essa é uma das minhas canções preferidas:

"Quem acreditou
No amor, no sorriso, na flor
Então sonhou, sonhou...
E perdeu a paz
O amor, o sorriso e a flor
Se transformam depressa demais..."

Volta e meia volto a cantarolar essses versos com mais intensidade, depende de como vai navegando meu barquinho. Alguns dias o mar está tranquilo, vc vê a água limpa, morna, e se arrisca num mergulho, fica mal acostumado, no dia seguinte o mar pode estar bravo, gelado, ou chover dias sem parar. Depois ele volta a ficar tranmquilo. São ciclos que parecem ser aplicáveis a tudo na vida, como se nada durasse para sempre, ou como se tudo que é bom termina em dor. Dor de perda, de saudade, de amor, de injustiças, enfim... A lição é sempre a mesma, tudo vai passar, o tempo ajuda, a vontade interior ainda mais, e algum dia quando menos se espera você já etsá dentro do mar outra vez.

4 comentários:

Ariel disse...

Es que el lugar del barquito es el mar.
Nada está bien fuera de su lugar, aunque ese lugar se ponga bravo.

Deise disse...

El barquito si tiene que estar en el mar, pero no todo día es día para un mergullo en el mar...

Ariel disse...

¡Ah! Eso depende de cada uno...
Un día es sólo caminar descalzo con el agua helada besándote los pies en la orilla.
Otro, nadar hasta que la gente en la costa se ve como hormigas...

Deise disse...

estás insistente con el tema hormigas, preocupante eso!!!!jejejeje