De Mi Mente
(Los Cafres)
No puedo sacarte de mi mente
no puedo sacarte de mi mente
desde el momento en que te vi frente a frente
ese fuego tuyo quemó mi mente
y se altero mi equilibrio para siempre
no me interesa nada mas soy un ente
Constantemente sueño con verte
y es que conocerte no me fue indiferente
seria una bendición cerca tenerte
ojalá te encuentre quiza casualmente
¡todo en mi cuerpo quiere verte!
Y pide a gritos abrazarte
o por lo menos escuchar tu voz
ya que no puedo, sacarte de mi mente.
Mi corazón salta al verte
no puedo sacarte de mi mente
que bien se siente
no puedo sacarte de mi mente
es mas que fuerte
no puedo sacarte de mi mente
es una suerte conocerte
criatura del sol
tu pensamiento ilumina el presente.
sexta-feira, 13 de julho de 2007
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Argentina x Brasil na final da Copa América
Próximo domingo tem final da Copa América. Clássico entre Argentina e Brasil!!! Me parece que de esta vez me pondré la celeste y blanca, no sé! Ontem, vendo a semi-final Argentina x México, me empolguei com o golaço do Messi, histórico, e com o terceiro gol da partida, feito por quem??? Ririririquellllllme! Juán Román Riquelme! El DIEZ del seleccionado argentino! Não dá pra não torcer pra essa seleção!
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Meu mundo é hoje
Meu Mundo É Hoje (eu sou assim)
Paulinho da Viola
Composição: Wilson Batista
Eu sou assim, quem quiser gostar de mim eu sou assim.
Eu sou assim, quem quiser gostar de mim eu sou assim.
Meu mundo é hoje não existe amanhã pra mim
Eu sou assim, assim morrerei um dia.
Não levarei arrependimentos nem o peso da hipocrisia.
Tenho pena daqueles que se agaixam até o chão
Enganando a si mesmo por dinheiro ou posição
Nunca tomei parte desse enorme batalhão,
Pois sei que além de flores, nada mais vai no caixão.
Eu sou assim, quem quiser gostar de mim eu sou assim.
Paulinho da Viola
Composição: Wilson Batista
Eu sou assim, quem quiser gostar de mim eu sou assim.
Eu sou assim, quem quiser gostar de mim eu sou assim.
Meu mundo é hoje não existe amanhã pra mim
Eu sou assim, assim morrerei um dia.
Não levarei arrependimentos nem o peso da hipocrisia.
Tenho pena daqueles que se agaixam até o chão
Enganando a si mesmo por dinheiro ou posição
Nunca tomei parte desse enorme batalhão,
Pois sei que além de flores, nada mais vai no caixão.
Eu sou assim, quem quiser gostar de mim eu sou assim.
sábado, 23 de junho de 2007
Não sou uma só: diário de uma bipolar
Hoje recebi o Livraria Cultura News por email, que vem com uma série de resenhas de bons livros. Uma delas era sobre o livro de Marina W., que eu já li e é muito interessante. A resenha que segue descreve mto bem o texto do livro e questões que atualmente afetam mtas pessoas.
"Imagine-se vivendo numa constante montanha-russa emocional. Num momento, experimentar intensamente a alegria, a euforia e a excitação, sentindo-se invencível, expansivo, cheio de idéias e projetos. E de repente, sem aviso nem explicação, cair numa depressão profunda, marcada por ausência total de auto-estima, desânimo, dificuldade de concentração e falta de memória, passando a conviver com pensamentos negativos.
O quadro descreve a dura realidade dos portadores do transtorno afetivo-bipolar, exposta no corajoso relato da jornalista Maria Adriana Rezende, ou Marina W., seu pseudônimo. Em Não sou uma só: diário de uma bipolar, ela revela as dificuldades familiares e profissionais decorrentes do problema. Conta que, durante muito tempo, sua vida foi comandada por dois pólos nítidos, com a depressão tendo um espaço muito mais acentuado do que a euforia.
Denominada até pouco tempo psicose maníaco-depressiva, a doença se caracteriza pela alternância de estados de humor. Primeiro, a fase maníaca, sinalizada pela hiperatividade; depois, a depressão, em que predominam a ansiedade e a tristeza. O diagnóstico é complexo: para ser bipolar, o indivíduo precisa apresentar os dois sintomas antagônicos, intercalados também por períodos de normalidade. Marina W. conta que só recebeu a notícia de que era portadora da patologia após a adolescência, como acontece na maioria dos casos.
A dificuldade de detectar a bipolaridade e adequar os medicamentos são os pontos mais debatidos pela autora, que inclui, em tópicos à parte, comentários de psiquiatras. “A dor não passa nunca, os remédios demoram semanas para surtir efeito”, desabafa. “Durante as depressões, me sentia em estado permanente de espera – de que alguma coisa acontecesse e me puxasse daquela indiferença profunda”.
De forma leve, cativante e com surpreendente bom-humor, ela narra episódios desencadeados pelo problema, como os apuros para administrar um negócio próprio e a viagem que fez aos EUA, quando morou por meses com desconhecidos, sem dinheiro nenhum. “Neste estado você confia em todas as pessoas, mesmo as que nunca viu antes. A falta de medo afasta o perigo. Todas as pessoas são bacanas, todas as gramas são verdes”.
A jornalista relata também entrevistas que efetuou com outros portadores da doença. As confidências não só acrescentam informações sobre o que sente e pensa o bipolar, mas confirmam que o transtorno afeta um grande número de pessoas e é pouco compreendido pela sociedade. “Não é pouca gente que sofre em silêncio. Não são poucos os que sofrem sem saber o que têm. Hoje enxergo o quanto ainda estamos presos a conceitos antigos”.
Como bem observou o jornalista Pedro Bial, Não sou uma só: diário de uma bipolar ajudará muita gente a se libertar de suas prisões solitárias, de sua agonia inconfessa. “O preconceito, o obscurantismo e a ignorância começam a perder terreno para a luz e a tolerância. Graças a livros como este, que aborda de maneira honesta e acessível a questão do padecer psíquico, da tortura emocional”. O depoimento de Marina W. confirma o quão importante é receber apoio e carinho em momentos difíceis como esses. “Espero nunca mais ter que me esconder debaixo de um cobertor. Sou a soma de tudo o que senti”."
"Imagine-se vivendo numa constante montanha-russa emocional. Num momento, experimentar intensamente a alegria, a euforia e a excitação, sentindo-se invencível, expansivo, cheio de idéias e projetos. E de repente, sem aviso nem explicação, cair numa depressão profunda, marcada por ausência total de auto-estima, desânimo, dificuldade de concentração e falta de memória, passando a conviver com pensamentos negativos.
O quadro descreve a dura realidade dos portadores do transtorno afetivo-bipolar, exposta no corajoso relato da jornalista Maria Adriana Rezende, ou Marina W., seu pseudônimo. Em Não sou uma só: diário de uma bipolar, ela revela as dificuldades familiares e profissionais decorrentes do problema. Conta que, durante muito tempo, sua vida foi comandada por dois pólos nítidos, com a depressão tendo um espaço muito mais acentuado do que a euforia.
Denominada até pouco tempo psicose maníaco-depressiva, a doença se caracteriza pela alternância de estados de humor. Primeiro, a fase maníaca, sinalizada pela hiperatividade; depois, a depressão, em que predominam a ansiedade e a tristeza. O diagnóstico é complexo: para ser bipolar, o indivíduo precisa apresentar os dois sintomas antagônicos, intercalados também por períodos de normalidade. Marina W. conta que só recebeu a notícia de que era portadora da patologia após a adolescência, como acontece na maioria dos casos.
A dificuldade de detectar a bipolaridade e adequar os medicamentos são os pontos mais debatidos pela autora, que inclui, em tópicos à parte, comentários de psiquiatras. “A dor não passa nunca, os remédios demoram semanas para surtir efeito”, desabafa. “Durante as depressões, me sentia em estado permanente de espera – de que alguma coisa acontecesse e me puxasse daquela indiferença profunda”.
De forma leve, cativante e com surpreendente bom-humor, ela narra episódios desencadeados pelo problema, como os apuros para administrar um negócio próprio e a viagem que fez aos EUA, quando morou por meses com desconhecidos, sem dinheiro nenhum. “Neste estado você confia em todas as pessoas, mesmo as que nunca viu antes. A falta de medo afasta o perigo. Todas as pessoas são bacanas, todas as gramas são verdes”.
A jornalista relata também entrevistas que efetuou com outros portadores da doença. As confidências não só acrescentam informações sobre o que sente e pensa o bipolar, mas confirmam que o transtorno afeta um grande número de pessoas e é pouco compreendido pela sociedade. “Não é pouca gente que sofre em silêncio. Não são poucos os que sofrem sem saber o que têm. Hoje enxergo o quanto ainda estamos presos a conceitos antigos”.
Como bem observou o jornalista Pedro Bial, Não sou uma só: diário de uma bipolar ajudará muita gente a se libertar de suas prisões solitárias, de sua agonia inconfessa. “O preconceito, o obscurantismo e a ignorância começam a perder terreno para a luz e a tolerância. Graças a livros como este, que aborda de maneira honesta e acessível a questão do padecer psíquico, da tortura emocional”. O depoimento de Marina W. confirma o quão importante é receber apoio e carinho em momentos difíceis como esses. “Espero nunca mais ter que me esconder debaixo de um cobertor. Sou a soma de tudo o que senti”."
quinta-feira, 21 de junho de 2007
Deu pra ti baixo astral, vou pra Porto Alegre...
...

Amanhã é sexta-feira, vou voar pra Porto Alegre, encontrar minha mãezinha, quanta saudade! Rever toda a família, minha tia Candy que está em recuperação, ver meus gatinhos Lelé e Léo, ui, fofuchos!
Parece que vai ter até festa junina, eita coisa boa!
Só vai ser dose aguentar a zoeira dos colorado pra cima de nós, gremistas...vou me unir à nação tricolor! Aí vou eu! jejejejeje
Amanhã é sexta-feira, vou voar pra Porto Alegre, encontrar minha mãezinha, quanta saudade! Rever toda a família, minha tia Candy que está em recuperação, ver meus gatinhos Lelé e Léo, ui, fofuchos!
Parece que vai ter até festa junina, eita coisa boa!
Só vai ser dose aguentar a zoeira dos colorado pra cima de nós, gremistas...vou me unir à nação tricolor! Aí vou eu! jejejejeje
Champanhe!
Ontem tb foi dia de comemoração por outro motivo! recebi uma grande notícia no trabalho esta semana, vou ter um novo cargo, promovida, êba! E aí o Takó levou uma champanhe italiana, maravilhosa, lá em casa pra comemorar! Lindo! Conversamos de tudo um pouco, tanto e tanto, assim tudo vai ficando mais bacana! Estou adorando essa fase!
Quarta: final da Libertadores
A quarta-feira já não parecia dia de muitos milagres e para que o Grêmio ganhasse com diferença de 4 gols do Boca Juniors, precisávamos, praticamente, de um milagre! Enfim, Boquita se mandó un 2x0. Riquelme brilló! Apesar de GREMISTA, adoro Riquelme! Mas pô, tb não precisava um resultado assim. Nem olhei o segundo tempo. Hoje só me restou felicitar meu amigo mais xeneize de todos, Luis! Felicitaciones, che!
terça-feira, 19 de junho de 2007
Fim de semana na praia
...

Êba, na sexta à noite viajamos pra praia, Maresias, eu e Takó. Adoro viajar, ainda mais pegar a estrada à noite! Chegamos de madrugadão lá! No sábado choveu, chuva sem parar, mas foi um dia legal, o mar estava muito estranho, havia subido muito... Takó buscou sua nova prancha, super lindona, que havia ficado pronta nesta semana... depois fomos comer uma super tainha assada, caracoles, quanto tempo não fazia isso, até esqueci que não posso comer frutos do mar e pescados, alguns... mas foi tudo bem, tava tudo mto bom... no domingo meu lindinho pôde surfar, eu até peguei um solzinho e o dia foi quase de praia, havia bastante gente na areia... água de coco, açaí, eba, tudo que eu gosto... Deu tempo até pra jogar canastra, mas eu perdi, foi impressionante a super jogada do meu adversário jejeje, ele ganhou mesmo! Viagem de volta tranqui, foi um finde muito especial, eu curti muito e me desliguei tb desse mundo de trabalho etc e tal.

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Êba, na sexta à noite viajamos pra praia, Maresias, eu e Takó. Adoro viajar, ainda mais pegar a estrada à noite! Chegamos de madrugadão lá! No sábado choveu, chuva sem parar, mas foi um dia legal, o mar estava muito estranho, havia subido muito... Takó buscou sua nova prancha, super lindona, que havia ficado pronta nesta semana... depois fomos comer uma super tainha assada, caracoles, quanto tempo não fazia isso, até esqueci que não posso comer frutos do mar e pescados, alguns... mas foi tudo bem, tava tudo mto bom... no domingo meu lindinho pôde surfar, eu até peguei um solzinho e o dia foi quase de praia, havia bastante gente na areia... água de coco, açaí, eba, tudo que eu gosto... Deu tempo até pra jogar canastra, mas eu perdi, foi impressionante a super jogada do meu adversário jejeje, ele ganhou mesmo! Viagem de volta tranqui, foi um finde muito especial, eu curti muito e me desliguei tb desse mundo de trabalho etc e tal.

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